Pra quem pensaria que eu fosse um dos milhares de milhões (existe isso?) de seres humanos a tirar folga no único feriado de outubro, parafraseio Thor, aquele que também virou filme e vai estar em Os Vingadores: -- "DIGO-VOS, NÃO!"Isso porque fiz um bico com o Mágico Dudu no Festival das Crianças, promovido pela Secretária Municipal dos Esportes de Porto Alegre e realizado no Parque Marinha do Brasil.
E fomos de carro.
Chegando por volta das 14:00, um dos organizadores disse que o palco não poderia ser utilizado, por causa de uma equipe que montava os instrumentos da banda Os Formigos (um Mamonas Assassinas).

Dudu (não é o da perna de pau, acima) decidiu ir numa festa lá pros lados do bairro Cristal, programada pra mais tarde. Aí, voltaríamos ao parque.
Seria um show rápido. Novamente, eu seria seu DJ. Vejam só...
Agora, aqui vai o momento de comentar sobre um evento cultural no município onde moro...
Mesmo não participando da feira alvoradense (como no ano passado), passeei por lá e constatei...
...haver pouquíssimas novidades, além das costumeiras bancas de livrarias expondo material infantil, literário e de auto-ajuda. Já estava com um folder da programação. Abaixo, um pedaço dela, destacando uma atração...

Entre as diferenças, havia um conjunto de bancos estofados no centro, onde se apresentava, no 1° dia...

O palco principal tinha dois telões, sem contar o que ficava na entrada. Montaram um outro palco, não sei pra quê.
Fui um dos azarados que passaram mais de uma hora numa fila em forma de "U", a fim de tentar tirar uma foto, pegar autógrafos ou felicitar Maurício de Souza. E era uma sexta-feira.
Denilson dos Reis (o líder Opti... digo, do Quadrante Sul) conseguiu entrar no estande do criador da Mônica.
Volta e meia, ouvia-se protestos do tipo: "ASSINA! ASSINA!" e "QUEREMOS AUTÓGRAFO!"
Uma mulher dizia alto, que seria uma decepção pras crianças e outos fãs, caso Maurício fosse embora. Eu era um dos últimos daquele inferno de fila.
Quando faltavam, mais ou menos, umas cinco criaturas na minha frente... começou a virar um bolo em volta do segurança. Só consegui ver um bocado da cabeça do Maurício, em meio àquele bando e tentei fotografá-lo com minha câmera "meia boca".
Ouvi sua voz, pedindo desculpas pela falta de tempo, pra em seguida, entrar numa viatura de Guarda Municipal e com escolta.
Me senti que nem o Repórter Vesgo (Pânico na TV), quando não consegue se aproximar de uma celebridade.
Que chatice!
Passei por lá no no sábado (o penúltimo dia).
Um grupo de dança se apresentou no momento.
Lá estava eu na banca (Mokó do Livro) do Mauro...
... com seus livros e vinis.
É claro que o próprio expositor não poderia deixar de posar.
Um dos artistas que perambulavam na feira.Enfim, termino exibindo...
...os presentes que Maurício, talvez, não venha a receber deste humilde blogueiro chateado.Mas, nunca se sabe...



























